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O interesse por short-stay em Curitiba tem crescido entre investidores que buscam diversificação e recorrência de receita. Essa estratégia pode funcionar muito bem, desde que a decisão vá além da “diária alta” e considere o que sustenta performance ao longo do tempo: endereço, produto, operação e experiência.
Mas como investir nesse modelo de forma consciente e estratégica? Continue a leitura e saiba mais sobre:
Short-stay é a locação de curta e média duração, com estadias que variam de alguns dias a alguns meses. Diferente do aluguel tradicional, ele exige:
Curitiba, com sua mobilidade estruturada, polos corporativos e universitários, centros médicos e agenda cultural ativa, favorece esse modelo, e mantém alta a demanda por imóveis funcionais e bem localizados.
Ao buscar short-stay em Curitiba, o investidor encontra diferentes perfis de imóvel. No entanto, algumas características se destacam:
Apartamentos entre 17m² e 35m², quando bem planejados, tendem a apresentar melhor desempenho no short-stay. Não se trata apenas de metragem reduzida, mas de eficiência.
Uma planta inteligente otimiza a circulação, integra ambientes com naturalidade e evita áreas subutilizadas. No modelo de curta permanência, o hóspede valoriza a praticidade: espaço para trabalhar, descansar, organizar pertences e se sentir confortável sem excessos.
Unidades compactas também costumam ter menor custo proporcional de aquisição e manutenção, o que melhora a relação entre investimento inicial e potencial de retorno. Quando o projeto nasce pensado para esse uso, o desempenho tende a ser mais consistente.
Localização é um dos principais vetores de rentabilidade no short-stay. Bairros centrais e consolidados reduzem a dependência de sazonalidade e ampliam o perfil de público.
Proximidade com restaurantes, serviços, centros médicos, polos corporativos e mobilidade urbana aumenta a atratividade da unidade e permite melhor posicionamento de diária, já que o hóspede prioriza a conveniência.
Em Curitiba, regiões como o Batel concentram essa combinação de infraestrutura, conectividade e vida ativa. Para o investidor, isso significa menor tempo ocioso e maior previsibilidade de demanda.
O short-stay exige uma operação estruturada. Diferentemente da locação tradicional, o modelo envolve rotatividade maior e, portanto, dependência de processos claros.
Gestão profissional, limpeza organizada, governança eficiente, check-in e check-out bem definidos e suporte ao hóspede reduzem fricções e preservam padrão de experiência. Quanto mais estruturada a operação, menor o desgaste do investidor.
Empreendimentos concebidos desde a origem para curta e média permanência tendem a integrar essa lógica ao projeto. Isso traz estabilidade e melhora o desempenho ao longo do tempo.
É nesse contexto que surge o novo empreendimento da GT Building. Na esquina da Avenida Sete de Setembro com a Bento Viana, o ANDERSEN ocupa um dos pontos mais desejados do Batel.
Um residencial boutique para moradia e short-stay com serviços de hotelaria, inspirado na sensibilidade de Alfredo Andersen e nos melhores hotéis boutique do mundo.
O projeto é assinado por Gustavo Pinto, com interiores da premiada LW Design. Referência no desenvolvimento de grandes projetos internacionais no setor hoteleiro, a LW constrói no Andersen uma identidade através de escolhas de acabamentos e decoração nacionais para compor os ambientes.
No ANDERSEN a operação hoteleira é 100% integrada pela Suyts Premium by HCC, garantindo padrão 5 estrelas, segurança e gestão impecável. Serviços sob demanda completam a experiência: limpeza, concierge, lavanderia e room service pay-per-use, pensados para simplificar a vida e valorizar o tempo.
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O retorno sobre investimento (ROI) em aluguéis short-stay é calculado dividindo o lucro líquido mensal pelo valor total investido no imóvel, multiplicado por 100 para obter a porcentagem.

Essa métrica considera:
O short-stay permite flexibilidade: uso próprio em determinados períodos e locação nos demais. Essa dualidade amplia o potencial de retorno e preserva a experiência do investidor com o próprio imóvel.
A taxa de ocupação pode variar conforme localização e padrão do imóvel. Dados de mercado apontam que imóveis bem posicionados em regiões centrais podem atingir ocupação média entre 65% e 80% ao longo do ano, com picos em períodos de eventos e alta temporada.
No entanto, mais importante do que o número isolado é a consistência. Unidades que oferecem experiência, estética coerente e funcionalidade mantêm avaliações mais altas, e isso sustenta a demanda no longo prazo.
No short-stay, a escolha da incorporadora é parte da estratégia. Histórico, credibilidade e consistência de entrega ajudam a reduzir riscos e sustentam a percepção de valor ao longo do tempo.
A GT Building reúne essa trajetória em Curitiba, com um portfólio reconhecido por projetos autorais, bem resolvidos e pensados para uso real da cidade. Para conhecer os empreendimentos da GT Building e acompanhar os próximos lançamentos, acesse o portfólio ou envie uma mensagem em nosso WhatsApp.
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